sábado, 6 de junho de 2009
Grupo Global: Ana Luzia,Benício, Luciana Negrão, Sandra Carla, Sandra Oliveira
Grupo Global
Disciplina: Ensino da língua Portuguesa: Fundamentos e Metodologia Grupo Global : Ana Luzia Soares
Benício Dias
Sandra Carla
Luciana Negrão
Sandra Oliveira.
Com as tirinhas, pode-se escolher conteúdos propriamente lingüísticos, seguindo as recomendações dos Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa, para se trabalhar análise lingüística, leitura e interpretação textual.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
A Palavra Encantada
Assalto a Língua Portuguesa
vídeo no YouTube de Os Melhores do Mundo no Jô Soares!
Os Melhores do Mundo é um grupo de humor, como dará para perceber no video. E apresentam nesta aparição - no Programa do Jô - uma esquete: O Assalto a Língua Portuguesa. A cena tem polícia e bandido, e é de um assalto com reféns. A polícia cerca. O bandido tenta negociar. Mas a negociação fica difícil, já que o bandido vai ficando muito irritado com os assaltos que os policiais fazem a língua portuguesa a cada tentativa de abordagem. Então, o assaltante decide que a cada erro de português ele “matará” um refém [platéia do programa], montando assim um jogo. Os policiais se esmeram, tentam os plurais e concordâncias, mas erram muito. Até que num determinado momento, o próprio assaltante também erra, e resignado, se mata por indesculpável descuido.
O humor é uma ferramenta poderosa. Aprender brincando, rindo, se divertindo! [e com pessoas inteligentes e de rapidez de raciocínio!]. E se isso vem anexado a informação, conteúdo, crítica, melhor ainda. A cena é urbana e, infelizmente, corriqueira porque está nos noticiários e jornais: a violência, a ignorância e o despreparo. Mas o humor transforma em riso e critica para fazer pensar na situação social e ainda na nossa tão maltratada língua portuguesa, literalmente assaltada.
A máquina somos nós
Marcelo Tas, um nome de muito respeito na mídia porque revolucionou a forma de se fazer jornalismo ainda nos anos 80, tenta explicar o que é a WEB 2.0 - http://www.youtube.com/watch?v=jxRTdFyjQ8o&feature=related. Em seu excelente programa CQC na rede Bandeirantes dá um show ao vivo e de interatividade, além disso os três apresentadores, e alguns colaboradores – todos humoristas, jornalistas e artistas de stand up show já com história para contar - ficam no ar quase 24 horas por dia através de ferramentas como Twitter, Orkut, FaceBook, MSN, blogs pessoais e rede celular, entre outros, trocando informações, piadas e considerações a respeito de tudo que está acontecendo. Este é apenas um exemplo, humorado, do que é a revolução ou evolução (?) da rede internacional de computadores. Mas, também podemos chamar de democracia da informação, se olharmos pelos mesmos olhos otimistas e humorados como de Marcelo. E como ele mesmo cita, a rede possibilita que a informação agora não venha apenas das grandes agencias de notícias, mas de uma vila na Coréia ou de uma comunidade no Alto Negro no Amazonas. O tão comentado quarto poder da mídia televisiva que se sustentou até os anos 90, está esvaziando-se. Ainda não podemos dizer que os Jornais Nacionais da vida ainda não tenha um poder absurdo de criar verdades e modelar consciências, mas algo está mudando, ou pelo menos sendo distribuído. O poder da Informação, que hoje não está e cada vez mais não ficará, nas mãos de poucos. Mas em uma gama de blogueiros, twitteiros, orkuteiros, e ainda outros caminhos a serem inventados. O quarto poder, de certa forma histórica, está recebendo uma resposta da sociedade através da tecnologia, da necessidade humana de se comunicar, de dizer o que pensa, o que vê e o que sonha. Na rede encontra-se de tudo, conteúdos dos mais diversos, a questão é como utiliza-los, como separar o joio do trigo nessa imensidão de informação. A máquina somos nós diz o filme. Verdade. Geramos os conteúdos e fazemos as buscas, as trocas, as pontes, as redes e sub-redes de informações e relacionamentos. Então também haveremos de utilizar o discernimento, razão e sensatez, de novo. Mas isso só o tempo trará, por hora estamos celebrando, festejando e falando aos quatro cantos do planeta. E que venha, a já anunciada, WEB 3.0!
Quanto ao projeto de se trabalhar com um blog numa disciplina da “Graduação em Pedagogia”?
Para toda essa “revolução”que observamos na sociedade, junto com o desconforto contemporâneo – e não vamos esquecer dele porque nem tudo são flores e ainda temos questões como a social e ambiental que precisam ser enfrentadas e a rede participa dessa solução, troca e disseminação de informação e idéias. Observamos e não há a mínima possibilidade de simplesmente ficar de fora, principalmente se falamos em Educação. Mais ainda se falamos [e como falamos!] em Língua Portuguesa [que é a nossa, mas são todas!]. Apresentar, estimular, ensinar, exercitar o uso de um blog e da liberdade de expressão que essa ferramenta de comunicação traz é um belo projeto, que poderia ser ampliado para desde o inicio o curso de Pedagogia. É lógico que para isso teríamos a necessidade de um alinhamento no entendimento e uso da internet, dado que nem todos possuem o mesmo nível de uso periódico e intimidades com as ferramentas relacionadas.
Grupo FLORESTA
Integrantes do Grupo: Adriana Martins de Freitas Cristina Pereira Grijó Eveline Teixeira Ferreira Marcelo de Almeida Martins Raquel Lopes Aleluia.
O video mencionado demonstra as diverficadas formas de se registrar os significados e significantes da lingua portuguesa, inclusive, dando ênfase a evolução dos textos, como prosas, rimas, frases curtas e hipertextos.
A linguagem não é feita somente de textos, mas correlaciona imagens que transmitam um contexto informativo, abrangendo a capacidade do leitor de interpretar e discernir a comunicação
COMENTÁRIO SOBRE A UTILIZAÇÃO DE "BLOG" NO CURSO DE PEDAGOGIA
Tecendo Interação = Conhecimento
A tecnologia é um recurso valioso em nossas vidas, principalmente quando ela é tecida através de uma ferramenta que proporciona interação entre os indivíduos envolvidos e consequentemente o conhecimento, por isso, podemos dizer que a utilização do “blog” na formação do pedagogo faz com que barreiras sejam quebradas e aproxima os colegas de turma e o educador, sendo estabelecido um espaço onde todos aprendam e aceitem a opinião dos outros.
Além disso, a aproximação da sua própria realidade, contexto em que a tecnologia faz-se presente em todos os lugares por onde, ela vai, é de grande valia para que este cidadão seja atualizado, informado e crítico.
A ferramenta “blog” auxilia o processo de ensino aprendizagem em qualquer disciplina do Curso de Pedagogia, pois oferece grandes subsídios para construção lógica de do currículo, ao qual o curso se baseia.
A troca entre saberes ocasiona a socialização dos pedagogos, ultrapassando rupturas de paradigmas existentes, dinamizando assim mudanças e transformações necessárias para concretização da Educação.
No entanto a criticidade necessária para filtrar informações recebidas, como objetivo de formar cidadãos capazes de sobressaírem diante da sociedade do conhecimento, salientando a responsabilidade de cada um, deve compor os objetivos para o ensino da tecnologia, enriquecendo o âmbito educacional, proporcionando um processo ativo e ligado as motivações externas e internas de cada sujeito.
Estas imagens nos mostram erros ortográficos que podem ser considerados gravíssimos, se comparados a norma culta da lingua portuguesa. Entretanto nos denuncia a carência existente do ensino da lingua, quanto a correlação feita no cotidiano.
CHARGE E EDUCAÇÃO
A charge é uma maneira de representarmos as formas técnicas de comunicação dentro de um contexto sublimado da lingua portuguesa. Ou seja, exclusiva para os que não fazem parte do contexto.
VIDEO SOBRE A REFORMA ORTOGRÁFICA
Este video é interessante, pois de uma maneira singular, auxilia as alterações existentes na forma e regra escrita da lingua portuguesa. A fim de orientar a nova condição da lingua.
COMENTÁRIO DO BLOG "ASSALTO A LINGUA PORTUGUESA"
No video apresentado é feita uma sátira com relação ao uso coloquial da lingua portuguesa. É tocante a referência de muitas associações de gêneros, onde o exemplo do assalte, socialmente concebido como um indivíduo desprovido de um conhecimento formal e moral, comprova nesta peça, o saber aplicado numa cultura quanto a norma e regra da lingua. Enquanto os policiais, padecem deste conhecimento formal, tendo os vícios de linguagem como o ideal a ser empregado.